12 setembro 2010

Sessão 4 08/09/10 "Não sei a hora, mas sei que há a hora," Fernando Pessoa

Não sei quando chegará a hora de começar a fazer o blog, mas há-de chegar... Quanto ao inquérito sobre o quadro, não sei se conseguirei fazê-lo por falta de tempo. O trabalho aperta e será difícil deslocar-me, pelo menos, mais duas vezes a Lisboa, a um museu, nas próximas semanas.

Leituras a fazer:
A Manipulação dos Espíritos, de Alexandre Dorozynski (Assírio & Alvim)

Games People Play: The Psychology of Human Relationships, de Eric Berne


Reflexão:
a propósito dos smileys e da descodificação dos olhares, lembrei-me das palavras de um dos oradores de um colóquio sobre Segurança na Internet, que ajudei a organizar o ano passado, na minha Escola. Disse ele que os alunos de hoje têm mais dificuldade em interpretar os olhares "reais" e os professores, às vezes, não se apercebem disso. Basta olhar à minha volta, nos pátios da Escola e na rua: os adolescentes passam uma grande parte do seu tempo a manipular o telemóvel ou o portátil e falam uns com os outros sem se olharem nos olhos, pois estão a usar o telemóvel. Na Biblioteca, quando vêm pedir algo ao balcão, já tem acontecido estarem a falar connosco e não olham para nós. Sentem-se incomodados com os olhares. Que implicações isto terá, a longo prazo? Será preciso reaprender a olhar? Será preciso criar uma nova disciplina no já sobrecarregado currículo dos teenagers?

A pocurar:
Discurso de Odete Santos sobre o aborto. Retórica para a oralidade.


O riso ajuda-nos a dominar situações difíceis e dá-nos acesso a palavras e zonas interditas. Com ele desarmamos o público e ninguém nos ataca.




VALERI KURTU

Moldávia Moldova Moldavio

s/ título Untitled Sentitolo

Museu Virtual do Cartoon, Porto Cartoon

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